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Esse foi o anúncio que a equipe inglesa McLaren fez ao site da revista Autosport.

“Estamos esperando Heikki no começo do ano que vem. Ele tem contrato com a McLaren e continuará a correr com a gente na temporada 2009″, afirmou Martin Whitmarsh, diretor da equipe.

Falava-se, que no contrato atual de Heikki Kovalainen havia uma cláusula que dava à equipe inglesa a chance de optar por manter o piloto na escuderia, ou descartá-lo. Para evitar maiores especulações, sua permanência foi confirmada.

Atualmente, o piloto finlandês ocupa a sexta posição no Mundial de Pilotos, com 28 pontos.

Afastado da Fórmula 1 há mais de 2 anos, o atual piloto da Nascar, Juan Pablo Montoya nega retornar à principal categoria do automobilismo.

“Na Fórmula 1 eles querem que sejamos como um robô. Se você ter personalidade, vai encontrar problemas. Muitos das pessoas que estão na F-1 esquecem que aquilo é um esporte. A McLaren (sua ex-equipe), por exemplo, levava aquilo a sério demais” – afirmou em entrevista ao jornal alemão Sport Bild.

Mas quem pensa que o piloto guarda apenas lembranças ruins da Fórmula 1, está completamente enganado. Na época que correu pela equipe Williams, o colombiano trabalhou com Patrick Head. Além de sócio da escuderia, Head incentivava de Montoya na dentro da categoria, tornando-se também amigo pessoal do piloto sul-americano.

“Foi na Williams onde tive a maior parte de divertimento dentro da F-1, a maioria das vezes tendo o Patrick como companheiro. Ele é uma pessoa sincera, que fala o que pensa, assim como eu. Era engraçado porque sempre começava a conversar de forma educada, mas nunca mantinha o tom até o final”.

Já seu antigo patrão na McLaren, Ron Dennis, possuía um comportamento completamente diferente de Patrick Head, dando a Montoya uma imagem bastante negativa a seu respeito. “Ele tem uma agradável conversa com você em uma noite e na outra está zangado, é uma pessoa completamente diferente”.

Montoya disse ainda, que o principal dirigente da equipe inglesa compreendeu no amo passado, que o time da McLaren só teria futuro mantendo Lweis Hamilton na escuderia, enquanto que Fernando Alonso mostrava-se um piloto como outro qualquer.

O consultor da BMW, Peter Saubers, criticou o baixo rendimento de Felipe Massa, Lewis Hamilton e Kimi Raikkonen, atualmente os líderos do campeonato com 48 pontos. “Não consigo recordar, depois de nove corridas, que o líder tenha tido tão poucos pontos conquistados. Um dos motivos principais é a alta quantidade de erros de pilotagem. Alternam grandes rendimentos com outros lamentáveis. Esse pêndulo tem sido especialmente intenso com Massa e Hamilton, mas Kimi também não me convenceu como favorito”, declarou Saubers em nota ao jornal espanhol AS.

Peter comparou o desempenho dos pilotos com anos anteriores, durante este mesmo período; Em 2007, Hamilton tinha 70 pontos, eenquanto que Alonso, em 2006 tinha 84. Já em 2004, Michael Schumacher tinha até o momento 80 pontos.

Atualmente, este campeonato pode apenas ser comparado com o do ano de 2005, quando o piloto espanhol Fernando Alonso liderava a categoria com 59 pontos, à frente de Kimi Raikkonen. Mesmo assim, essa diferença era grande, separando-os por 22 pontos.

Em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt, o piloto inglês Lewis Hamilton afirmou não guardar más recordações de seu ex-companheiro de equipe, o espanhol Fernando Alonso. Segundo Hamilton, ter tido, em seu primeiro ano, a opoprtunidade de ter como companheiro de equipe um piloto Campeão do Mundo foi um privilégio. ”Admiro tudo o que o Fernando conseguiu, mas como piloto, o primeiro a bater é o seu companheiro de equipe. Esse foi o meu objetivo.”, explicou o piloto inglês.

Lewis lembra-se que o pior momento que ocorreu no ano passado, foi no Grande Prêmio da Hungria, quando aconteceu o incidente nos boxes, durante o treino classificatório. “Me entristeceu e decepcionou-me o fato de nossa relação não melhorar.”, explicou o piloto da McLaren.
Apesar de toda a rivalidade, Hamilton jamais deixou de reconhecer a admiração que sentia por Alonso, esse duas vezes Campeão do Mundo, nos anos de 2005, 2006.

“Natualmente, eu seguia bem de perto a Fórmula 1 e vi o quão bem ele pilotava. Alonso me mostrou como deveria me comportar e como poderia melhorar cada vez mais, como profissional.”

Para Hamilton, seria fantástico se no futuro um piloto se espelhasse nele e o elegesse um exemplo de como deve se comportar um Campeão Mundial.

Michael Schummacher afirma ter se aposentado para garantir emprego de Felipe MassaApesar do ex-piloto da Fórmula 1 não correr mais na categoria, o alemão parece estar sempre ligado ao esporte, mesmo estando agora fora das pistas. Se no circuito de Hockenheim, na Alemanha, o assunto do momento é a disputa assirrada pela liderança entre Kimi Raikkonen, Felipe Massa e Lewis Hamilton, Schummacher consegue sempre dar o seu ar da graça, mesmo que seja dando declarações surpreendentes.

“Parei porque não queria que meu amigo Felipe Massa ficasse desempregado. Eu não teria nenhum problema em uma disputa com Kimi Raikkonen”, declarou o piloto sete vezes campeão do mundo ao jornal suíço Blick.”.

Quando Michael deixou a maior categoria do automobilismo, Raikkonen entrou em seu lugar na escuderia italiana, enquanto que Felipe permaneceu como piloto da Ferrari.

É simplesmente absurdo ler uma notícia dessa! Schummacer foi um piloto fantástico, que quebrou todos os recordes possíveis dentro das pistas. Um homem que venceu sete vezes na Fórmula-1 é dígno de ser chamado “Rei”. Contudo, dar declarações sobre a sua aposentadoria, após um ano e meio de sua retirada, ainda mais alegando tal afirmativa, bem, a situação torna-se ridícula.

No ano de 2006, todos se recordam como decorreu o campeonato. O Schummacher, repentinamente, parou de ser o centro das atenções. Uma nova geração de pilotos composta por Massa, Alonso e Hamilton vinha ganhando espaço nas pistas mundiais. Não digo que o Michael tenha ficado para trás, porque mesmo não tendo ganho o título naquele ano, seu nome ainda ganhou ainda maiores dimensões. Todavia, ao meu ver, esses jovens pilotos possuíam – e ainda possuem – astúcias e habilidades já não tão fáceis de serem obtidas pelo alemão. A verdade, é que a cada nova geração, novas e melhoradas são as suas capacidades de alcançar o inatingível. Querendo ou não, as corridas voltarem a ter aquele gostinho de rivalidade, aquele tempero de incertezas, retornando aos bons e velhos tempos em que a disputa pelo título era adqüirida de forma mais dura.

Com pena do Felipe Massa em relação à sua permanência na Fórmula-1, no ano de 2007? Francamente, Schummacher! O Felipe jamais precisaria desse tipo de “favor” para continuar na escuderia italiana. Massa, em 2006, já vinha provando grande capacidade de levar a equipe do cavalinho rampante ao topo da tabela dos pontos. A sua saída ocorreu porque tudo o que você almejava realizar na categoria foi obtido – sem retirar o seu mérito, é claro! – e quando você viu que seus números tão cedo não poderiam ser quebrados, deu-se conta de que mais nada precisaria ser feito. O Felipe é tão merecedor de sua estada na escuderia rossa, que a sua liderança, neste ano, junto de Raikkonen e Hamilton, é a prova concreta de que o brasileiro jamais perderia a chance de lutar por um título, mesmo que para isto ele precisasse cambiar equipe.